Menos meu caro Flávio Dino, bem menos…

Que o governador do Maranhão, Flávio Dino, é um poço sem fundo de incoerência, isso ninguém, nem mesmo seus asseclas, possuem mais dúvidas, mas o comunista segue se superando.

Nesta sexta-feira (16), ao tratar de dois assuntos, Dino, novamente, deixou à mostra sua incoerência e deixando a certeza que é um profundo adepto da tese “faça o que eu digo, não é o que faço”.

Depois do episódio Cajueiro, onde, além de ter ordenado que a tropa de choque retirasse os moradores da comunidade em frente ao Palácio dos Leões, está sendo acusado de cometer crime ambiental, Flávio Dino agora demonstra preocupação com a Amazônia.

 

Pena que parece que a preocupação de Flávio Dino com a Amazônia, não tenha sido a mesma com o Cajueiro, pois lá foi denunciado, desde 2017, o cometimento de crime ambiental e nada foi feito pela gestão comunista, muito pelo contrário, é acusada de colaboração. Veja abaixo um vídeo do deputado Wellington do Curso tratando e mostrando os crimes ambientais.

 

Para completar, o MPF apura a agilidade que o Governo do Maranhão teve em conceder a licença ambiental para a construção do porto. Segundo as investigações, a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SEMA) deu a licença antes de um parecer da Marinha do Brasil sobre os possíveis riscos da instalação do porto para o trafego de navios na Baía de São Marcos.

Desemprego – Ao comentar a questão do desemprego, Flávio Dino simplesmente desconsiderou os dados do IBGE e pega um único dado do CAGED.

No entanto, Dino parece ter “esquecido” de comentar sobre os dados do IBGE, repercutidos pelo Portal G1, o site que o comunista mais cita em seus discursos e propagandas.

De acordo do o IBGE, o Maranhão é oitavo entre os estados brasileiros com maior número de desempregados. O Maranhão é o segundo Estado em taxas de subutilização –  onde pessoas se encontram desocupadas e/ou subocupadas por insuficiência de horas, além da força de trabalho potencial.

Além disso, o Maranhão também é o segundo Estado com maior contingente de desalentados – pessoas que desistiram de procurar trabalho.  Para finalizar, os tristes números, o Maranhão lidera o percentual de empregados sem carteira de trabalho assinada, com 49,7%.

Todos esses dados são oficiais e do IBGE, repercutido pelo site G1, (clique aqui e veja a reportagem). Ou será que o G1 não serve mais ou só serve quando os dados lhe são favoráveis ???

Menos meu caro Flávio Dino, bem menos…

Por Jorge Aragão

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