Wellington do Curso ouve a população de São Luís para decidir qual candidato a prefeito apoiar

Nos últimos dias, Wellington do Curso, que era um dos três pré-candidatos a prefeito de São Luís com maior intenção de votos, esteve nas ruas da cidade para ouvir a população. Dessa vez, o objetivo foi consultar as pessoas para saber qual candidato ele deverá apoiar, já que foi traído pelo senador e presidente do PSDB Roberto Rocha e, assim, impedido de ser candidato na capital maranhense. A traição do senador foi para beneficiar o candidato Eduardo Braide, que também auxiliou nessa manipulação que impediu Wellington de disputar as eleições.

Todos os candidatos integraram o rol de possibilidades para receber o apoio de Wellington do Curso, com exceção do Eduardo Braide, que foi quem participou da covardia com o PSDB, impedindo Wellington de ser candidato.

“A gente sabe que Wellington é um homem honesto e que, por isso, foi vítima desses políticos. Ele ia ser o nosso prefeito, mas aí esse outro Braide manipulou tudo e acabou tirando o Partido dele, né? O que não pode é apoiar esse traidor. Mas é assim mesmo. Ele não desistiu e está aqui ouvindo nossa opinião. Tô com Wellington até o final”, disse Maria de Lourdes, moradora do Jardim América.

Ao ouvir as pessoas, Wellington do Curso, agradeceu a confiança e afirmou que não poderia tomar a decisão de apoiar um candidato sem antes também ouvir a população.

“Eu não poderia tomar a decisão de apoiar um candidato sem antes ouvir quem confia em mim, quem me elegeu deputado. Sonhei em ser prefeito de São Luís e não fiz isso sozinho. Um sonho de muitos que queriam alguém com coragem e atitude para resolver os problemas da nossa cidade. Fui traído, da forma mais covarde possível, mas não é isso que vai me impedir de seguir firme na luta por uma São Luís melhor. Ouvi as pessoas, falei de cada candidato, apresentei as fotos e os grupos os quais eles são ligados, mostrei algumas propostas defendidas por eles. Chegamos a uma conclusão que iremos apresentar em breve. E essa conclusão não é minha, mas sim da população”, disse Wellington.

Ao todo, foram ouvidas 1.200 pessoas, o que possibilitou se ter uma noção por amostragem daquilo que o eleitor de Wellington do Curso espera dele. A consulta não é científica e se limita a formação de opinião pessoal.

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