Criticado por jogadores e técnicos, gramado do Castelão tem custo de manutenção de R$ 1,3 milhão

O gramado do estádio Castelão, em São Luís, um dos mais criticados por jogadores e técnicos dos clubes que disputam o Campeonato Brasileiro da Série B e outras competições, por ser “fofo” demais, tem custo anual de manutenção e conservação superior a R$ 1,3 milhão. Esse é o valor pago pela Secretaria de Estado do Esporte e Lazer (Sedel) pelo serviço, conforme prevê o contrato homologado pela pasta e publicado no Diário Oficial do Estado em 15 de fevereiro deste ano.

O preço exato do contrato, firmado entre a Sedel e a empresa B M de Almeida Eireli, é de R$ 1.342.113,04 (um milhão, trezentos e quarenta e dois mil, cento e treze reais e quatro centavos). Dividindo-se a cifra por 12, número de meses que corresponde ao prazo de vigência da contratação, tem-se um gasto mensal de R$ 111,8 mil apenas com manutenção e conservação do campo de jogo.

Com tamanha despesa, esperava-se um gramado com melhores condições de jogo, não um piso irregular, esburacado e sem a consistência ideal para a prática do futebol.

Ou pelo menos que o Sampaio Corrêa, único clube maranhense na Série-B, que ultimamente faz uso exclusivo do Castelão, se beneficiasse do fator campo para vencer suas partidas em casa, já que está muito mais habituado a jogar no gramado do estádio. Mas nem isso.

Abaixo, os extratos de homologação da licitação e do contrato referentes aos serviços de manutenção e conservação do gramado do Castelão:

Por Daniel Matos

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