Aluísio Mendes recebe homenagem internacional do governo chileno

O deputado federal Aluísio Mendes (PSC-MA) foi condecorado com a mais alta honraria civil do governo chileno por seus trabalhos como parlamentar. O membro da bancada maranhense foi reconhecido por seu trabalho como relator do projeto de Acordo o Acordo de Livre Comércio (ALC) entre o Brasil e o Chile.

A Ordem de Bernardo O’Higgins recebida por Aluísio Mendes é a mais alta honraria civil concedida a estrangeiros pela Presidência da República Chilena. Criada em 1956 em homenagem ao fundador do Estado Chileno, Bernardo O’Higgins Riquelme, a honraria é concedida a pessoas por suas notáveis contribuições no campo das artes, ciências, educação, indústria, comércio, cooperação social e humanitária.

A cerimônia de entrega de Condecoração ao deputado aconteceu nesta quarta (24) na Embaixada do Chile em Brasília. Participaram da cerimônia o embaixador Fernando Schmidt e da embaixatriz Ana Hernandez Schmidt e os deputados federais Sanderson (PSL-RS), Evair de Melo (PP-ES), Hélio Lopes (PSL-RJ), Euclydes Pettersen (PSC-MG), Gilberto Nascimento (PSC-SP) e Paulo Martins (PSC-PR).

Na ocasião, o vice-líder do governo do Brasil na Câmara, deputado Evair de Melo, destacou a importância do reconhecimento ao deputado Aluísio: “Considero essa homenagem muito justa e do tamanho do deputado Aluísio, parlamentar que tem prestado um excelente trabalho ao Brasil”, disse.

Aluísio estendeu a honraria a todos os parlamentares presentes e destacou o trabalho conjunto dos deputados na aprovação do Acordo Brasil-Chile: “Agradeço ao embaixador do Chile Fernando Schmidt, pela homenagem, honraria que dedico a todos os parlamentares que foram fundamentais para a aprovação do Acordo, em especial aos colegas deputados da nossa Bancada PSC. No parlamento, só alcançamos as aprovações necessárias quando há trabalho coletivo, essa homenagem é merecida por todos os deputados que, assim como eu, defenderam a aprovação do Acordo Brasil Chile celebrando uma grande conquista para a economia dos dois países”, reconheceu o deputado.

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