Prefeita de Cajari ostenta mansão e iate em Barreirinhas enquanto moradores de Cambucá e Atalaia atravessam áreas alagadas de canoa

Sem condições de passagem devido muita água, moradores dos povoados Cambucá e Atalaia recorreram à prefeita de Cajari para amenizar a situação colocando um passador (uma pessoa com uma canoa) para garantir o direito de ir e vir dessas pessoas.

A prefeita ficou muda e surda como sempre, onde o marido é quem fala e determina como se fosse o prefeito. O esposo da prefeita que é policial militar com patente de Major, está na ativa. Cabe uma pergunta ao senhor Comandante Geral da Polícia Militar do Maranhão, se ele tem notícias que o esposo da prefeita de Cajari está trabalhando assiduamente como os demais policiais e oficiais da PMMA para combater a criminalidade no estado, afinal perguntar não ofende.

Mas ouça no áudio abaixo a resposta do “prefeito de fato”, a negativa de ajudar as pessoas atravessarem as áreas alagadas de Cambucá e Atalaia, o que comprova que realmente Cajari está abandona, jogada a própria sorte, onde nem o direito de ir e vir das pessoas e famílias é garantido pela prefeitura de Cajari

 

O blog do Joceilton Gomes fez um levantamento e constatou que uma canoa, um remo e uma vara custam pouco mais de um mil reais, o editor do blog fez algumas perguntas: Como foi feita a prestação de contas da mansão, da lancha-apartamento e dos Jetski em Barreirinhas? Porque não comprar do mesmo jeito que comprou esses bens? “isso é uma vergonha” afirma o blog que garante que vai acompanhar tudo isso bem de pertinho.

A coisa está tão séria que em Cajari um grupo de trinta pessoas, entre professores, autônomos e estudantes acabaram de criar um movimento de combate aos desmandos e supostos desvios na gestão municipal, compra de votos e propaganda irregular.

O blog do Joceilton Gomes também mostra os bens luxuosos supostamente adquiridos pela Prefeita Camila Jansen e o seu esposo Major Walteir, pura ostentação.

Recentemente recebemos denúncia com imagens do rompimento de um arremedo de uma barragem feita pela prefeitura de Cajari no povoado Gameleira, a tragédia poderia ter sido muito maior, até com vítimas fatais, mas os danos foram só materiais, fato que não deixa de ser grave e trágico pelo estado de pobreza e dificuldades em que vivem as pessoas humildes, desprotegidas e desamparadas da localidade.

Gameleira até hoje não se refez dos prejuízos, famílias perderam tudo o que tinham os poucos móveis e eletrodomésticos que compraram com tanto sacrifício, perderam animais e até plantações. Diante de tanto deboche e uma gestão acintosa em Cajari, perguntamos, cadê o Ministério Público está funcionando em Cajari? Não estaria na hora da Controladoria Geral da União, CGU, e do Tribunal de Conta do Estado olharem com mais atenção os gastos e contas do município? Ou até quem sabe a Polícia Federal tentar descobrir de onde estão vindo os recursos ou se é compatível com suas rendas os ricaços da gestão de Cajari estarem supostamente adquirindo mansão e Iate em uma cidade balnearia, enquanto o povo de Cajari vive em estado de pobreza e abandono social e administrativo.

 

Por Blog Joceilton Gomes

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