O ESTADO SOB SUSPEITA | Com quem está ou para onde está indo o faturamento dos ferryboats da Serviporto?

Por Blog O Estado – Daniel Matos
Baseado em informações privilegiadas de uma fonte, o jornalista Daniel Matos do Blog O Estado, levantou suspeitas sobre o gerenciamento de recursos da empresa Serviporto que sofre intervenção do Governo do Estado do Maranhão.
Segundo o Jornalista, uma grave suspeita de corrupção recai sobre o Governo do Maranhão durante a atual campanha eleitoral. Operando há mais de dois anos sob intervenção do Estado, decretada pelo então governador Flávio Dino (PSB), a Serviporto, operadora de transporte por ferryboat, pode está supostamente sendo usada em um esquema de lavagem de dinheiro para fins políticos.
Segundo uma fonte do blog O Estado muito bem situada no ramo de transporte aquaviáro que interliga São Luís e o continente, por meio da travessia entre os terminais da Ponta da Espera e do Cujupe, o governo maranhense não estaria honrando nenhuma obrigação financeira assumida pela Serviporto, mesmo mantendo controle absoluto sobre o caixa da empresa desde 2020.
Entre as obrigações da Serviporto não quitadas pelo Estado estão financiamentos para compra de embarcações contraídos junto a bancos e parcelamentos que vinham sendo pagos rigorosamente em dias antes da decretação da intervenção.
Falta de transparência
Segundo o Blog O Estado, reforça a suspeita de uso da empresa em um esquema de lavagem de dinheiro para fins eleitoreiros a falta de transparência quanto ao faturamento com venda de passagens para viagens no ferryboat Cidade de Araioses, pertencente à Serviporto, recém-reformado e reinserido na travessia. A não prestação de contas da receita gerada pela embarcação e as demais e a não quitação de financiamentos e outras obrigações assumidas pela permissionária são fortes indícios de prática ilícita.
Caso seja comprovada, o que depende de investigação dos órgãos especializados, a lavagem de dinheiro oriundo do faturamento da Serviporto, além de ser um ato de corrupção gravíssimo, passível da pena mais rigorosa, é um duro golpe na empresa, cujos sócios terão que arcar com um custo milionário, referente ao endividamento provocado pelo atual governo como parte do plano de se manter no poder.




