A OUTRA PONTA DO ICEBERG

Por Dr. Érico Cantanhede
A epidemia do vírus chinês é uma realidade sem precedentes na história da humanidade, ceifando a vida de tantos independente do viés político, classe social, etnia, gênero e que infelizmente está fazendo parte do nosso cotidiano há mais de um ano, modificando hábitos, cultura e até mesmo afagos entre irmãos, familiares e amigos, destruindo economias e levando a fome, e a depressão através de uma política desastrosa adotada pelos governadores e prefeitos sob a abalização do STF.
A peste chinesa é apenas a ponta do iceberg que se vê atualmente de uma forma massiva e midiática pela imprensa que se tornou uma guerra de narrativas políticas com vislumbre enceguerado de se chegar ao poder mesmo que se tenha de pisar em tantos cadáveres por ações já incrédulas pela população onde muitos gestores de má fé e perversidade outorgam contra os princípios democráticos de liberdade individual, religiosa e econômica.
A outra ponta submersa do iceberg na saúde é aquela que parece ter sido varrida para debaixo do tapete pelo motivo da pandemia, ou seja, são as doenças que sempre existiram quer sazonais ou não, como as outras doenças virais; as doenças crônicas que estão agudizando, como os AVCs, cardiopatias, insuficiência real e os pés diabéticos; as neoplasias de diversos órgãos que estão sendo deixadas de se fazer o diagnóstico precoce, enfim, uma gama importante de patologias que parecem estar esquecidas pelo poder público e que assim como a peste chinesa superlotam os hospitais quer públicos ou privados.
Essa ponta obscura do iceberg quais estão se fechando os olhos é a realidade diária de quem nos hospitais de urgência e emergência tenta regular para outro hospital de alta complexidade aquele paciente que poderia ter uma chance de salvar a vida e que fica aguardando uma transferência que nesse cenário de guerra que estamos vivendo possivelmente não virá, aumentando a angústia da família e dos profissionais da saúde que lutam a todo custo para salvaguardar aquela vida, e que ainda corre o risco de contrair o vírus chinês e para as “autoridades” virar apenas mais um número nessa estatística.
A saúde pública não entrou em colapso de um ano pra cá, pois assim sempre esteve cronificando e nos governos anteriores, que preferiam fazer copa do mundo ou olimpíadas agudizou agora nessa pandemia evidenciando pela mídia quem sempre esteve trabalhando em condições inóspitas na tentativa de manutenção da vida.
Lembrem-se de quem afundou o país e que infelizmente agora estamos “colhendo os frutos” de toda essa roubalheira nos governos anteriores onde ganhamos apenas medalhas nos números de tantos brasileiros mortos, quer pela peste chinesa, quer pela agudização das doenças que sempre existiram e que a todo custo, a área da saúde sempre conseguia fazer a sua parte amenizando o tratamento e cuidados dos seus irmãos de sangue.
Como sempre digo: tem que haver um inferno pra caber tanta gente ruim que sujam suas mãos de sangue do povo brasileiro.
Que Deus tenha misericórdia de todos nós.




