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O que fazer com o hospital de campanha pós pandemia?

Por Dr. Érico Cantanhede

A taxa de contaminação do vírus chinês em São Luís, graças a Deus está diminuindo progressivamente haja vista que vários hospitais que disponibilizaram suas estruturas para esse contento como o HCI, Hospital Real, Clínica São José e até mesmo o próprio hospital Carlos praticamente fecharam seus serviços de atendimento específico para o COVID 19, restando somente o hospital de campanha localizado no multicenter SEBRAE para essa especificidade.

Seria pertinente que após a descrescência vertiginosa da curva de contaminação chegando pouquíssimos casos, o governo do estado mantivesse esse hospital de campanha estruturado para outros fins como o atendimento de pacientes oriundos do interior do estado que diuturnamente procuraram assistência nos Socorrões I e II com as mais variadas patologias ficando alocados em grande maioria das vezes nos corredores desses hospitais, uma vez que a demanda do atendimento proporcionalmente é maior que 50% de taxa de ocupação de leitos provenientes dos interiores do estado na prática conhecida como “ambulancioterapia”.

Fica então o apelo para que esse hospital de campanha não seja fechado quando praticamente não houver mais demanda do vírus chinês a exemplo do que está ocorrendo em várias cidades Brasil afora, e que dessa forma seja mantido o atendimento para a população tanto da capital quanto do interior desafogando ainda mais os Socorrões , além de ocorrer a manutenção dos emprego de diversos profissionais da saúde como médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e laboratório, farmacêuticos, fisioterapeutas, nutricionistas, terapeutas ocupacionais, maqueiros além de todos os agentes administrativos que ali trabalham e que podem ficar desempregados caso o hospital de campanha feche as portas.

Fica a dica.

Fraternalmente.

Dr. Érico Cantanhede.

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